Notícia 14:09 - 10 de agosto de 2021

Ficar em casa levou os consumidores a considerarem cada vez mais o tipo de produto que levam pra casa, levando-se em conta o sabor, a praticidade e a variedade. E isso fez com que a indústria de macarrão instantâneo se consolidasse nesta pandemia como uma categoria de negócios resiliente.

De acordo com o levantamento divulgado pela Associação Mundial de Macarrão Instantâneo (WINA, na sigla em inglês), em 2020 o Brasil consumiu cerca de 2,7 bilhões de porções de macarrão instantâneo, o que significa um aumento de 11% na comparação com o ano anterior, enquanto o crescimento global foi de 9,6%.

Além disso, o estudo revela também que o Brasil ocupa a décima posição no ranking global dos países consumidores de macarrão instantâneo, o que o torna — pelo quinto ano consecutivo — um líder de consumo na América Latina. O consumo per capita no Brasil é de 12 a 13 porções. E entre as nações das Américas, os Estados Unidos é o único país que permanece à frente do Brasil, na sexta posição, com o consumo de 5 bilhões de porções registrado no ano passado.

Já a China/Hong Kong se mantém em primeiro lugar no ranking mundial por registrar o consumo de 46,3 bilhões de porções em 2020, seguida da Indonésia e do Vietnã. O produto é tão importante que no mês de agosto é comemorado o Dia do Miojo.

 

 

 

 

 

 

Pioneirismo

O primeiro macarrão instantâneo do mundo foi criado no Japão pelo fundador da Nissin Foods, Momofuku Ando, em 1958. O empreendedor japonês viu a demanda crescer, abriu uma fábrica e passou a criar outras versões do produto para diferentes países. Chegou ao Brasil em 1965 e logo conquistou o mercado do país. 

“O principal objetivo do Sr. Momofuku Ando era criar um alimento prático, seguro, saboroso, com armazenabilidade e acessível à população japonesa que passava fome e tinha dificuldade de obter comida após a Segunda Guerra Mundial. Em 2018 a WINA incluiu mais dois princípios ao famoso produto: ser nutritivo e ecologicamente sustentável”, explica Takashi Asano, presidente da Nissin Foods do Brasil. “Ainda nos mantemos fiéis aos pilares do produto, por isso temos reconhecimento dos nossos consumidores,” acrescenta o executivo.


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