Notícia 17:22 - 25 de junho de 2020

De acordo a terceira edição da pesquisa "Vender em Marketplaces", realizada pela Olist, startup que ajuda varejistas e grandes marcas a alavancarem as vendas, os marketplaces já não são mais uma opção para os lojistas iniciarem as suas vendas online, mas sim um dos pilares estratégicos que podem ajudar a garantir o faturamento.

O levantamento realizado com cerca de 350 empresários, atuantes ou não nos marketplaces, inclui os dois últimos anos e revela um crescimento de 1,6% de mulheres proprietárias de lojas e das marcas participantes.

Além disso, os marketplaces são a principal fonte de renda para 57% dos lojistas entrevistados. Das lojas participantes, 70% vendem em marketplaces, 26% planejam investir nesses canais nos próximos meses, e 44% das pessoas que já atuam chegaram a faturar até R$ 10 mil por mês.

"Com a venda em marketplaces muitas lojas estão conseguindo superar o momento desafiador pelo qual o varejo e a economia estão passando. No atual contexto de pandemia, o e-commerce ganha ainda mais força e torna-se uma das principais alavancas de crescimento para os negócios brasileiros. Por isso, ter apenas uma loja física já não é o suficiente para atender às necessidades dos consumidores, que buscam cada vez mais comodidade e liberdade para escolher onde e quando comprar”, explica Saulo Marti, diretor de marketing da startup, acrescentando que também é preciso investir em uma estratégia omnichannel, com o online e offline bem integrados, como diferencial.

O estudo revelou também que o serviço logístico dos Correios já não é mais o principal recurso para o envio dos pedidos. 60% dos entrevistados utilizam outras soluções, além da estatal, como por exemplo a Jadlog (47%), o Mercadoenvios (31%) e a B2W Envios (30%).

 


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