Notícia 15:20 - 09 de julho de 2020

Enquanto para alguns setores da economia, o cenário atual é o pior possível, para outros, este momento de isolamento social não poderia ser mais propício para a aceleração dos acessos digitais e consequentemente, dos deliveries, que praticamente da noite para o dia (quando começou a quarentena) deixaram de ser o oferecimento de “um serviço extra” para se tornar “um serviço essencial”, que além de comidas, incluiu as entregas das compras feitas em supermercados.

É por esta, entre outras tendências, que Moacir Alegria, gerente comercial de supermercados e novas ocasiões do Ifood, não poderia ficar de fora das lives da SuperVarejo. “Achávamos, desde o final do ano passado, quando implementamos o nosso projeto piloto para os supermercados, que era a hora de fazermos parte da cadeia alimentar de uma forma mais ampla, nos fazendo presentes onde estes estabelecimentos estivessem, sem que para isso eles precisassem aumentar o seu custo fixo, ao mesmo tempo em que agora estamos ajudando a população, neste período tão difícil de isolamento”, explica.

Desde o início da quarentena, o aplicativo de entregas Ifood vem registrando mês a mês um crescimento de 100% nos serviços de entrega dos supermercados, além de acumular ao longo dos seus quase 10 anos de história: mais de um milhão de entregas por dia; mais de 170 mil entregadores cadastrados; mais de 160 mil estabelecimentos registrados, em mais de 1000 cidades no Brasil, e ser considerado o maior e-commerce da América Latina, mesmo tendo presença, por enquanto, somente no Brasil, Colômbia e México.

“Diante de tudo isso que a sociedade vem sofrendo com a pandemia, percebemos que o agendamento dos horários de entrega para os supermercados era essencial. Por isso, tratamos de acelerar esse processo e hoje, contamos com um pouco mais de 100 cidades onde realizamos as entregas dos supermercados, de moto ou carro. Mas a ideia futura é ampliarmos ainda mais esses serviços para outras cidades”, explica o executivo.

Como funciona a parceria com os supermercadistas?

Ao fechar uma parceria com o aplicativo, o Ifood procura oferecer aos supermercadistas uma operação “mais saudável” em termos não só de conveniência para os clientes, mas também de custos fixos, que praticamente serão os mesmos, operações e cuidados para evitar rupturas. “Garantimos 100% do portfólio da loja física, com o mesmo nível de estoque da plataforma online. E os produtos, depois de separados pela loja, podem ser entregues tanto pelo Ifood, quanto pelo próprio estabelecimento. Ou seja, nossos parceiros garantem um incremento extra de pelo menos 15%”, esclarece Alegria.

Já as taxas/fretes podem variar conforme a região, o modelo de operação, a quantidade que o estabelecimento vai querer que entregue, enfim. De todo modo, o Ifood costuma cobrar uma comissão do supermercadista e uma mensalidade, que só é paga por ele quando houver o registro de faturamento mínimo naquele mês. “Só ganhamos se o supermercado ganhar,  por isso chamamos essa cobrança de ‘taxa de sucesso’”, defende.

No caso da cidade de São Paulo não há restrição de limite no volume dos produtos para a entrega, portanto, cabe apenas ao estabelecimento determinar os itens que desejar. “O varejista que não entrar no serviço de delivery certamente vai perder o time, já que o consumidor está dizendo, com as suas preferências, que deseja cada vez mais segurança e exclusividade dentro da sua casa. Hoje estamos gerando renda para cerca de dois milhões de pessoas. Portanto, trata-se um movimento de digitalização que já vinha acontecendo e que deve continuar, de acordo com os nossos estudos”, conclui.

Quer saber mais detalhes deste bate-papo? Então confira agora mesmo a nossa live, na íntegra, e fique ligado nas próximas, todas as terças e quartas-feiras:


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