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  • Compras online: seu supermercado está pronto?

    Notícia 13:00 - 21 de janeiro de 2021

    70% da população pretende comprar mais em sites e aplicativos em 2021, mesmo com a retomada do comércio. E os supermercados, como ficam?

    Não há como negar que estávamos todos ansiosos para a chegada de 2021. Sabemos que a pandemia da Covid-19 tornou o ano que passou turbulento e desafiador, mas é notável a evolução do setor supermercadista no cenário digital e o quanto aprendemos com essa transformação. Isso nos deixa na expectativa do que o novo ano reserva para os negócios.

    O Supermercado Now, primeira plataforma de marketplace de mercados do Brasil, nasceu com o intuito de contribuir com a digitalização do setor no país, e em 2020, viu seu plano de negócio saltar cinco anos em cinco meses, impulsionado pelo distanciamento social e a necessidade de continuar fornecendo alimentos e itens básicos para o dia a dia das pessoas, sem que elas precisassem sair de casa.

    Mas como foi possível atender tamanha demanda de forma tão repentina? Em janeiro do ano passado, antes da maior crise sanitária do mundo chegar ao Brasil, o Supermercado Now foi adquirido pela B2W Digital para atuar como especialista da categoria de alimentos e bebidas dentro desse universo. Entre outras iniciativas, veio diversificar ainda mais a variedade de soluções que Americanas.com oferece aos clientes, por meio da categoria Americanas Mercado. A aquisição contribuiu para a potencialização das operações, malha logística e maiores oportunidades aos lojistas parceiros.

    E o desafio diante de tudo isso? Foi absorver o volume de pedidos seis vezes maior que o, até então, normal, entregar em mais lugares e com os menores prazos possíveis, proporcionando aos clientes uma experiência de compra à distância satisfatória, prática e segura.

    Mas em um cenário pós-pandemia, o que esperar de 2021? Uma pesquisa recente da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC) apontou que 70% da população pretende comprar mais em sites e aplicativos, mesmo com a retomada do comércio. Ou seja, quem fez sua primeira compra pela internet e teve a experiência de receber itens frescos em casa, com comodidade e do mercado de sua confiança, voltará a comprar mais vezes. A tendência é que esse movimento continue, e o foco não é somente trazer clientes novos, mas também, dar ao consumidor da loja física a opção de fazer suas compras na mesma loja, porém, por meio de um celular ou computador.

    Dessa forma, estamos com a faca, o queijo e os aplicativos na mão para caminharmos rumo a um processo de digitalização do setor mais consolidado, motivado por todos os aprendizados e desafios que passamos em 2020. Afinal, já é 2021 e ser digital não é mais um diferencial, é uma regra.

    Quer vender online no Supermercado Now? Acesse: supermercadonow.com


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  • 6 dicas para prevenção de perdas nos supermercados

    Notícia 12:56 - 21 de janeiro de 2021

    Uma pesquisa da ABRAPPE (Associação Brasileira de Prevenção de Perdas) sobre o tema no varejo brasileiro em 2019 mostra que o problema compromete 1,82% do faturamento bruto dos supermercados brasileiros. Entre as principais causas para as perdas nos supermercados, de acordo com o estudo, a principal delas é a quebra operacional, que representa uma média de 33% das perdas supermercadistas. 

    Em seguida, aparecem furto externo (20%); erros de inventário (13%); furto interno (11%); e erros administrativos (9%).

    Para ajudar os supermercadistas a terem um ano com menores índices de perdas, a APAS reuniu seis dicas importantes para a prevenção de perdas no supermercado em 2021. Confira:

    1) Consumo interno

    Um dos vilões para a operação supermercadista no quesito perdas é o consumo interno dos setores da loja, como cozinha, refeitório e padaria, por exemplo. Fique atento ao processo de registro de cada item retirado dos setores de hortifrúti, frios e laticínios, para que sejam contabilizados na medição dos custos operacionais.

    2) Fornecedores qualificados

    Pensando exclusivamente no setor de hortifrúti, a qualidade dos produtos é essencial para que sejam vendidos e não rejeitados pelos consumidores. Por isso, a dica aqui é acompanhar de perto os procedimentos usados pelos fornecedores, desde a estocagem, manipulação e transporte de itens como frutas, verduras e legumes.

    3) Gestão de estoque

    Mercadorias perdidas por falta de organização pode ser facilmente corrigida com uma gestão eficaz dos produtos, com a ajuda da tecnologia. Desta forma, os gestores conseguem organizar o processo de receber, registrar, posicionar e repor itens nas gôndolas, melhorando a logística e reduzindo as perdas no estoque das lojas.

    4) Inventários contínuos

    Manter processos de inventário de maneira contínua refletem na identificação de perdas mais rapidamente. Com prazos curtos entre eles e maior frequência, a operação consegue detectar inconsistências de forma mais clara, permitindo ações mais efetivas. Além de prevenir perdas, os inventários também mostram as principais causas para cada uma delas. .

    5) Programas de treinamento

    A primeira medida eficaz para prevenir perdas nas lojas é contar com o engajamento dos funcionários, a partir dos programas de treinamento. Criar um projeto de conscientização e incentivo ajuda no desenvolvimento de uma cultura empresarial e cada colaborador entende a sua importância.

    6) Segurança

    Para os supermercados, o sistema de monitoramento, a partir de câmeras, é fundamental para inibir furtos internos e externos. Além disso, vale investir em equipes de prevenção de perdas, que circulam pelos corredores mapeando possíveis fraudes dentro do supermercado.

    Fontes: Mundo do Marketing e iStock (imagem de capa)

     


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  • 1500 Puro Malte: pensada nos detalhes

    Notícia 11:53 - 21 de janeiro de 2021
    Para bons apreciadores, os detalhes são primordiais. Pensando nisso, a Casa Di Conti criou mais este produto, a cerveja 1500 Puro Malte, em homenagem ao ano que o Brasil foi descoberto. A cerveja é feita com 100% de malte de cevada e foi pensada em cada detalhe, com todo o cuidado, originando uma cerveja Puro Malte consistente, de aroma maltado e sabor marcante.
     
    Os processos de maturação e fermentação da bebida são feitos em 35 dias, e seu líquido dourado e encorpado é o resultado de um blend de lúpulos aromáticos importados da região de Hallertau, na Alemanha. Após passar por todas estas etapas de produção, seu aroma torna-se marcante e proporciona uma experiência sofisticada, tanto em sabor, quanto em harmonizações. A cerveja combina com pratos e petiscos que possuem temperos suaves, como oleaginosas, massas e frutos do mar, pois eles equilibram o paladar e tornam a experiência da degustação ainda mais requintada.
     
    A cerveja 1500 possui uma aceitação muito positiva na cidade de São Paulo (Capital), onde há maior procura do produto. Seu público consumidor torna-se mais nichado, englobando pessoas que apreciam cervejas Puro Malte. Os canais de venda sugeridos são os mais variados, incluindo adegas, rotas noturnas, lojas de conveniência, serv festas, supermercados e hipermercados. Só para você ter ideia, as cervejas representam entre 73% e 75% dos negócios da empresa Casa Di Conti, sendo o restante oriundos dos refrigerantes e bebidas quentes.
     
    A cerveja 1500 Puro Malte está disponível nas versões lata 350ml e 269ml, garrafa 300ml e 600ml e long neck de 330ml, todas com 4,7% vol. de teor alcoólico. Para saber mais sobre esse incrível produto da Casa Di Conti, acesse as páginas nas redes sociais: facebook.com/1500PuroMalte e instagram.com/1500PuroMalte. E para ter a 1500 Puro Malte em seu ponto de venda, acesse o site da casadiconti.com.br e faça sua solicitação na aba “Contato”. Peça já e ofereça mais esta opção de cerveja Puro Malte feita pensada nos detalhes, em seu ponto de venda para seus clientes e parceiros.
     
     
     
     

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  • Visual merchandising: o foco é otimizar o tempo do shopper

    Notícia 17:54 - 20 de janeiro de 2021

    Seja por prevenção ao contágio da Covid-19 ou por questões de praticidade, o varejista não pode mais ignorar o fato de que grande parte dos consumidores não despendem mais tanto tempo no PDV.

    Como, então, aproveitar a passagem rápida da clientela pelas lojas físicas para melhorar as vendas nesse ambiente? Com o intuito de trazer novas respostas aos supermercadistas, entrevistamos os feras Julio Takano e Claudia Biselli Fonseca.

    Para ler e reler!

    Julio Takano: despertar a percepção do cliente é preciso

    Para o fundador e CEO da Kawahara & Takano Retailing, Julio Takano, que há 28 anos encabeça projetos para clientes, como Fastshop, Magazine Luiza, Riachuelo, Telhanorte e Drogaria São Paulo, tornar o relacionamento com o cliente no PDV mais produtivo e positivo é possível quando se começa a dar atenção especial a alguns pontos.

    “Primeiramente, devemos focar no estilo de vida dos consumidores-alvo, cada vez mais exigentes com relação a produtos e serviços que atendam suas necessidades básicas e aspiracionais”, orienta. A partir desse conhecimento, é possível criar um posicionamento estratégico para comunicar de forma clara no PDV os mundos oferecidos e promover conexões racionais e emocionais.

    “Também é válido fazer uma imersão analítica nos itens mais vendidos de sua curva A de produtos, tanto na loja física como no e-commerce, e retroalimentar ambas com dados cruzados. Por exemplo, conhecer alguns produtos campeões de vendas no e-commerce é muito importante para que possamos criar minivitrines dentro das lojas físicas, dando agilidade e conveniência às compras.”

    E tem mais. Ele enfatiza que os fatores arquitetura, fachada, iluminação, sonorização, aromatização, acabamentos e layout devem estar focados na jornada do shopper para facilitar a visualização de produtos e serviços que ele ainda não tinha percebido.

    “Comento isso porque o cliente sempre quer ser surpreendido positivamente e pesquisas mostram contundentemente que ele não conhece nem 10% do portfólio de um supermercado.”

    Fora isso, Takano ressalta que algumas categorias merecem atenção especial. “O conceito de qualidade de vida é comer bem, a preço justo. Por isso uma dieta balanceada com verduras, legumes e proteínas alavanca áreas como Hortifrúti, Açougue e Peixaria, que devem ser cada vez mais valorizadas em suas exposições cenográficas e curadorias com muito Edutaiment (educação e entretenimento).”

    Outro segmento que, segundo a análise de Takano, ganhou atenção nos últimos meses é o de Higiene e Limpeza. “Marcas da indústria têm atuado junto ao trade para criar ecossistemas e maximizar as percepções dos benefícios dos produtosgerando ativação através de displays tecnologicamente interativos e educativos.”


    Por fim, ainda na visão do especialista, a área de Adega foi uma das grandes vedetes da pandemia. “Faço um convite a exporem com um especialista em vinhos e, assim, colherem os frutos desse segmento que está crescendo exponencialmente.”


    Claudia Biselli Fonseca: comunicação clara e eficiente

    Exatamente por conta do pouco tempo que o cliente fica em loja, é preciso facilitar a exposição de informações. Essa é a opinião da diretora da JUI PDV, Claudia Biselli Fonseca, que comanda a empresa especializada em produzir informação para o ponto de venda e é parceira de grandes redes, como Roldão, Sonda Supermercados, Eataly, St. Marche e Carrefour Express.

    “Por exemplo, se antes era preciso ler o rótulo para entender se o produto é sem açúcar, tem zero lactose ou não tem glúten, essa informação, quando colocada em cartaz ou material de sinalização, contribui mais rapidamente para identificação do item buscado.”

    Ela ainda sublinha que, para ajudar o cliente não gastar mais do que o tempo necessário no PDV, outros tipos de sinalização, como melhores descontos, campeão de vendas e menor preço da categoria também auxiliam, e muito, na tomada de decisão.

    Para finalizar, ela também destaca as categorias que merecem capricho na exposição em tempos de pandemia e, de quebra, ainda traz algumas sugestões:

    - Higiene e limpeza: fundamental destacar quais produtos matam o vírus.  

    - Itens para preparo em casa: devem ser bem expostos com dicas de receitas e preparos, que podem ser acessados por QR Code direcionado para hotsite da indústria ou do próprio varejo. Também é legal relacionar com ofertas de produtos que compõem a receita nessa página.
     
    - Vinhos: vale qualificar os vinhos, mostrando informações como temperatura ideal, país de origem e momentos para consumo.

    - Saudáveis: no momento atual, sinalizar esses produtos no PDV também faz muito sentindo para a escolha do cliente. 

    Veja também: Arquitetura verde – saiba como adaptar o seu PDV


    Imagem de capa: iStock


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  • Supermercados: vendas de alguns itens incomodam lojistas

    Notícia 17:55 - 20 de janeiro de 2021

    Por conta da pandemia e das medidas de restrição, o comércio lojista de produtos não essenciais da capital paulista, representado pelo Sindilojas-SP (Sindicato dos Lojistas do Comércio de São Paulo), encaminhou recentemente um ofício ao governador de São Paulo, João Dória; ao prefeito Bruno Covas, e às respectivas secretarias, para solicitar que os supermercados/hipermercados e demais estabelecimentos do gênero vendam somente alimentos e produtos de higiene/limpeza, considerados essenciais.

    Em nota, a assessoria de imprensa do Sindilojas-SP esclarece que as vendas das demais categorias, como os produtos de cama, mesa e banho; vestuário, calçados, eletrodomésticos, utensílios para casa, entre outros que não são considerados essenciais, sejam vendidos somente pelos lojistas, como forma de haver uma concorrência mais equilibrada e ajudá-los a se recuperarem economicamente.

    A entidade defende que todo esse cenário atual causado pelo coronavírus tem gerado uma “desigualdade de tratamento entre as empresas consideradas essenciais e aquelas não essenciais. Isso porque as atividades não essenciais não têm a possibilidade de vender seus produtos diretamente ao consumidor, enquanto as demais (leia-se supermercados e hipermercados) estão livres para comercializar qualquer produto, como televisores, celulares, entre muitos outros não imprescindíveis neste momento”. 

    O pedido ainda passa pela avaliação dos órgãos competentes, mas a assessoria do Sindilojas-SP alega que a entidade continuará acompanhando até obter uma resposta.

    Fontes: Imagem de capa: iStock


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  • Como o varejo alimentar pode reduzir os desperdícios?

    Notícia 09:20 - 21 de janeiro de 2021

    O desperdício de alimentos ainda é uma pedra no sapato não só do varejo alimentar, como também da população, dentro de suas casas, principalmente durante esse período de pandemia. A constatação é do sócio-diretor da EAS Soluções em Prevenção de Perdas e Logística, Eduardo de Araujo Santos, que durante a live da SuperVarejo desta terça-feira (dia 19) detalhou os desafios que todos os agentes dessa cadeia ainda têm pela frente.

    “A gestão do estoque, a prevenção das perdas e o desperdício de alimentos são preocupações presentes no varejo alimentar não só no Brasil como também na Europa e Estados Unidos”, defende o executivo, apontando para cada uma delas algumas análises que precisam fazer parte do radar de toda a cadeia, principalmente dos supermercados. São elas:

    - Gestão de estoque: para obter bons resultados Santos acredita que o primeiro passo é melhorar o registro de controle dos estoques. “A precisão da gestão de estoque é um desafio, ainda mais agora com a pandemia, que fez o futuro chegar antes. Chega uma hora em que é preciso executar operações físicas, movimentando ou despachando, por exemplo, um produto, e isso vai além da tecnologia. Então, é preciso encarar o desafio de saber alinhar os processos físicos aos tecnológicos, garantindo uma boa acurácia do cadastro e dos parâmetros logísticos”, avalia, ponderando que é preciso também haver no varejo uma atualização dinâmica nesses processos para garantir os níveis dos serviços e a qualidade no atendimento ao cliente final.

    - Prevenção de perdas: nestes casos é preciso haver uma visão mais integrada e próxima entre todos os envolvidos na cadeia para que se evite as rupturas. “O momento atual que vivemos exige uma postura mais colaborativa de prevenção de perda. Essa postura em conjunto pode ajudar as empresas a encontrar soluções para aumentar a disponibilidade e a maneira mais adequada para enfrentar os sistemas de rupturas que aconteceram em 2020”, orienta o executivo.

    - Desperdício: na visão dele, o varejo alimentar ainda possui muitas limitações nesse aspecto. “A área de prevenção dedica parte do tempo da perda não identificada (como por exemplo roubos, desvios etc) e em perecíveis, como o FLV (Frutas, Legumes e Verduras) e açougue, por isso o trabalho de prevenção acaba sofrendo limitações. Para resolver o impasse, essa área precisa se aproximar mais da área comercial e das operações para garantir parâmetros logísticos, e que os produtos cheguem nas gôndolas”, defende Santos, acrescentando que cada empresa precisa desenvolver também a sua maneira mais real possível de calcular os índices de perdas atuais. “Afinal, estes números e margens divulgadas não refletem mais a situação do mercado porque as perdas reais são muito maiores do que os dados costumam apontar”, recomenda.

     

     


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  • Sabores e inovação direto do Reino Unido

    Notícia 15:52 - 20 de janeiro de 2021
    O Reino Unido tem um dos mais dinâmicos setores de alimentos e bebidas do mundo. Em 2018, as exportações dessa indústria superaram £22,6 bilhões e tiveram um papel crucial para a sociedade britânica. O setor emprega quatro milhões de pessoas e gera mais de £121 bilhões em valor agregado para a economia do país por ano. 
     
    Com um tamanho semelhante ao estado de São Paulo, o Reino Unido possui uma rica variedade de regiões, oferecendo um leque amplo e diversos de opções de alimentos e bebidas.  Hoje, o Reino Unido é o terceiro maior exportador de bebidas ao Brasil. Entre 2010 e 2019, as vendas de bebidas do Reino Unido para o Brasil cresceram mais de 15%, para £80 milhões. Grande parte desse valor ainda é composto pelo cobiçado whisky escocês, embora bebidas como gin, cerveja, tônica e chá venham ganhando destaque.  
     
    Para 2021, uma das principais tendências no setor é a sustentabilidade do alimento. Os consumidores querem produtos de qualidade e que provoquem pouco impacto no mundo. Estudos recentes mostram que os consumidores adotarão estilos de vida eco-friendly, consumindo cada vez mais alimentos orgânicos, veganos e vegetarianos, além dos chamados “plant-based”. Em 2019, um em cada quatro produtos lançados no Reino Unido era vegano, e as vendas de substitutos de carne no Reino Unido devem chegar a £225 milhões em 2021.
     
    Mas as preocupações não se limitam aos alimentos. Há grandes preocupações sobre desperdício nas cadeias de alimentos e bebidas e pedidos insistentes para reduzir o uso de plásticos nas embalagens. O mercado global de embalagens sustentáveis deve alcançar £309 bilhões até 2024, e o Reino Unido é referência em design e comercialização de embalagens do futuro. Em 2018, por exemplo, pesquisadores da Universidade de Nottingham desenvolveram embalagens de alimentos 100% biodegradáveis e comestíveis feitas a partir de carboidratos e proteínas vegetais. E, em 2019, cápsulas plastic free feitas inteiramente a partir do extrato de algas marinhas, com a tecnologia intitulada Notpla™, receberam mais de £300.000 em financiamento do Governo Britânico.
     
    Haverá grandes transformações nas indústrias de alimentos e bebidas ao longo dos próximos anos. Portanto, para estimular uma parceria cada vez maior entre Brasil e Reino Unido, o Governo Britânico mantém no Brasil um time de especialistas que podem auxiliar importadores brasileiros a encontrar parceiros britânicos de produtos ou, até mesmo, soluções inovadoras para o mercado de alimentos e bebidas. 
     
    Além disso, existem duas plataformas que disponibilizam acesso a produtos britânicos prontos para exportação: o Great British Food Programme e o England Finest. Nessas plataformas, importadores podem participar de eventos e se comunicar diretamente com exportadores britânicos. 
     

    Visite nossa página para saber mais sobre produtos britânicos, o apoio proporcionado pelo Governo Britânico e as plataformas disponíveis para importadores brasileiros. De alimentos e bebidas à embalagem, o Reino Unido tem uma solução para você.

     

    O Reino Unido tem um dos mais dinâmicos setores de alimentos e bebidas do mundo. Em 2018, as exportações dessa indústria superaram £22,6 bilhões e tiveram um papel crucial para a sociedade britânica. O setor emprega quatro milhões de pessoas e gera mais de £121 bilhões em valor agregado para a economia do país por ano. 
     
    Com um tamanho semelhante ao estado de São Paulo, o Reino Unido possui uma rica variedade de regiões, oferecendo um leque amplo e diversos de opções de alimentos e bebidas.  Hoje, o Reino Unido é o terceiro maior exportador de bebidas ao Brasil. Entre 2010 e 2019, as vendas de bebidas do Reino Unido para o Brasil cresceram mais de 15%, para £80 milhões. Grande parte desse valor ainda é composto pelo cobiçado whisky escocês, embora bebidas como gin, cerveja, tônica e chá venham ganhando destaque.  
     
    Para 2021, uma das principais tendências no setor é a sustentabilidade do alimento. Os consumidores querem produtos de qualidade e que provoquem pouco impacto no mundo. Estudos recentes mostram que os consumidores adotarão estilos de vida eco-friendly, consumindo cada vez mais alimentos orgânicos, veganos e vegetarianos, além dos chamados “plant-based”. Em 2019, um em cada quatro produtos lançados no Reino Unido era vegano, e as vendas de substitutos de carne no Reino Unido devem chegar a £225 milhões em 2021.
     
    Mas as preocupações não se limitam aos alimentos. Há grandes preocupações sobre desperdício nas cadeias de alimentos e bebidas e pedidos insistentes para reduzir o uso de plásticos nas embalagens. O mercado global de embalagens sustentáveis deve alcançar £309 bilhões até 2024, e o Reino Unido é referência em design e comercialização de embalagens do futuro. Em 2018, por exemplo, pesquisadores da Universidade de Nottingham desenvolveram embalagens de alimentos 100% biodegradáveis e comestíveis feitas a partir de carboidratos e proteínas vegetais. E, em 2019, cápsulas plastic free feitas inteiramente a partir do extrato de algas marinhas, com a tecnologia intitulada Notpla™, receberam mais de £300.000 em financiamento do Governo Britânico.
     
    Haverá grandes transformações nas indústrias de alimentos e bebidas ao longo dos próximos anos. Portanto, para estimular uma parceria cada vez maior entre Brasil e Reino Unido, o Governo Britânico mantém no Brasil um time de especialistas que podem auxiliar importadores brasileiros a encontrar parceiros britânicos de produtos ou, até mesmo, soluções inovadoras para o mercado de alimentos e bebidas. 
     
    Além disso, existem duas plataformas que disponibilizam acesso a produtos britânicos prontos para exportação: o Great British Food Programme e o England Finest. Nessas plataformas, importadores podem participar de eventos e se comunicar diretamente com exportadores britânicos. 
     

    Visite nossa página para saber mais sobre produtos britânicos, o apoio proporcionado pelo Governo Britânico e as plataformas disponíveis para importadores brasileiros. De alimentos e bebidas à embalagem, o Reino Unido tem uma solução para você.


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  • O mercado de carnes vegetais no Brasil e no mundo

    Notícia 13:38 - 20 de janeiro de 2021

    O mercado de carnes à base de plantas foi avaliado em US$ 20,7 bilhões em 2020 e, de acordo com a pesquisa feita pela Euromonitor, a perspectiva de crescimento é de US$ 23,2 bilhões até 2024. Entre os principais responsáveis pela demanda por alternativas vegetais estão as preocupações com o bem-estar animal e a segurança alimentar.

    Neste cenário, os obstáculos e desafios para este mercado também passam por barreiras culturais, objeções da indústria da carne e o preço/disponibilidade desses produtos. O primeiro deles, as barreiras culturais, existem, principalmente porque o Brasil é, segundo os dados da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), o terceiro maior mercado consumidor de carne bovina do mundo.

    Entretanto, outra pesquisa feita em parceria entre a The Good Food Institute Brasil (GFI) e o Ibope mostra que metade dos brasileiros reduziu o consumo de carnes em 2020. Isto significa que as barreiras culturais estão sendo derrubadas aos poucos.

    No Brasil, as objeções sobre o mercado de carnes vegetais, ou feitas à base de plantas, resultaram em um Projeto de Lei (2876/2019) que defende a proibição do uso da palavra “carne” e sinônimos no rótulo de embalagens de alimentos vegetais.

    O principal fator que desestimula a compra de alimentos à base de plantas está relacionado aos preços altos se comparados aos produtos de origem animal. Ao tornar a carne vegetal mais acessível, a produção em larga escala será inevitável, assim como sua distribuição limitada, o que compromete a disponibilidade ao consumidor.

    Fontes: Mundo do Marketing e iStock (imagem)

     


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  • GreenYellow lança solução para o varejo alimentício

    Notícia 14:16 - 19 de janeiro de 2021

    A solução EasyTemp, criada pela multinacional francesa GreenYellow, especializada em soluções em energia, foi criada com o objetivo de ajudar o segmento do varejo alimentício a controlar seus equipamentos de maneira inteligente e eficiente, evitando perdas.

    A solução proporciona agilidade e precisão nas medições, automatização de análises e relatórios, além do apoio no cumprimento das normas da vigilância sanitária. Tudo isso sem a necessidade de medir, por exemplo, a temperatura dos balcões manualmente ou várias vezes ao dia.

    Quer saber mais? Então confira a entrevista com Marília Damião, da equipe de marketing e comunicação da GreenYellow.


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  • Novos hábitos alimentares despertam a atenção do setor

    Notícia 13:54 - 19 de janeiro de 2021

    Sem dúvida a chegada do coronavírus fez com que os consumidores se tornassem mais engajados no preparo das suas próprias refeições. E essa nova realidade nos padrões de consumo faz também com que o setor alimentício explore outras possibilidades de fomentar seus negócios, desde que o consumidor seja priorizado. Essas foram algumas das conclusões da pesquisa "Quando a sorte não é uma estratégia" (When luck is not a strategy, em inglês), conduzida pela KPMG, com os consumidores dos Estados Unidos.

    "A pesquisa reforça o que já havíamos visto em pesquisas anteriores sobre como a pandemia está mudando os hábitos alimentares dos consumidores e destaca como as organizações do setor alimentício podem operar melhor nesse cenário. O conceito de que o ‘lar’ é o novo centro de convivência está se fortalecendo cada vez mais, fazendo com que a alimentação caseira seja cada vez mais presente. O momento é crucial para as organizações entenderem os novos hábitos e reverem suas categorias, se adaptando aos novos padrões de consumo, movendo-se de porções para consumo individual para porções familiares. E ainda vemos outras oportunidades para serem exploradas tanto no Brasil como na América do Sul, pois os consumidores daqui fazem uso intensivo de tecnologia, dispositivos móveis e aplicativos de entrega", afirma Fernando Gambôa, sócio-líder de Consumo e Varejo da KPMG no Brasil e América do Sul.

    A maioria dos respondentes da pesquisa (67%) revelou que, mesmo após o fim das medidas restritivas, o hábito de consumir ou preparar as refeições em casa continuará. Hoje, esse número é de 77%. Além disso, o levantamento mostrou que quando se trata do recebimento de alimentos, 33% dos respondentes continuam dando preferência para o delivery e pela retirada em loja, enquanto 28% optam pela retirada dos alimentos em loja.

    "Os novos padrões de consumo, impulsionados pela nova realidade, fazem com que as empresas do setor alimentício tenham uma janela de oportunidades para o avanço dos negócios desde que consigam se adaptar às novas tendências", complementa Mauricio Godinho, sócio-diretor líder de Alimentos de Bebidas da KPMG no Brasil.

    As diferenças também se destacam quando os entrevistados são classificados por local de trabalho: os que trabalham em casa têm menor probabilidade de preparar as refeições (63%). No entanto, o pedido de comida para entrega em casa ou para viagem tem diminuído durante a pandemia. Isso significa que o varejo alimentício precisa ficar de olho e acompanhar mais de perto esse novo cenário.

    Imagem de capa: iStock


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