Por Redação
28 de julho de 2026Unilever cresce 3,3% em vendas e Beleza & Bem-estar lidera desempenho no 1T26
Receita alcança 30,1 bilhões de euros no primeiro semestre do ano, representando alta de 3,4% em comparação ao ano anterior
A Unilever registrou crescimento consistente no primeiro semestre de 2026, impulsionado pelo avanço de suas principais categorias e mercados. O faturamento alcançou 30,1 bilhões de euros, alta de 3,4% em relação ao mesmo período do ano anterior, enquanto as vendas subjacentes cresceram 3,3%, resultado de aumento de 1,8% em volume e 1,5% em preço.
O desempenho foi liderado pela divisão Beleza e bem-estar, que registrou crescimento de 4,8%, com faturamento de 6,8 bilhões de euros, impulsionada pelas marcas de cuidados com a pele e cabelos premium. Em seguida, Personal Care avançou 4,4%, alcançando 6,7 bilhões de euros em vendas, beneficiada pela expansão de desodorantes e produtos para cuidados pessoais.
A divisão de Home Care apresentou crescimento de 2,9%, com faturamento de 6,1 bilhões de euros, sustentada pelo desempenho de detergentes e produtos de limpeza. Já Foods registrou alta de 2,2%, somando 6,6 bilhões de euros, enquanto Ice Cream, que passa por um processo de separação do grupo, cresceu 4,0% e alcançou 4,0 bilhões de euros em faturamento.
No consolidado, o lucro operacional subjacente atingiu 5,8 bilhões de euros, aumento de 3,1% sobre o primeiro semestre de 2025. A margem operacional permaneceu em 19,3%, refletindo o foco da companhia em ganhos de produtividade e disciplina de custos, mesmo diante de um cenário de maior investimento em inovação e construção de marcas.
Segundo o CEO da Unilever, Fernando Fernandez, os resultados refletem a estratégia da companhia de acelerar o crescimento por meio de um portfólio mais forte, maior investimento em inovação e fortalecimento das marcas. O executivo destacou que a empresa manteve bom desempenho em um ambiente de consumo ainda desafiador e confirmou as projeções para o restante de 2026.
A companhia também reafirmou sua expectativa para o ano, projetando crescimento das vendas subjacentes entre 3% e 5%, além da manutenção da margem operacional dentro da faixa de 18,5% a 19,0%, reforçando a confiança na execução de sua estratégia global.