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Indústria
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Por Redação
23 de fevereiro de 2026

Cicopal investe mais de R$ 180 milhões em nova fábrica em Patrocínio (MG)

Unidade ampliará capacidade produtiva com batatas chips e palha, snacks de milho e nova linha de tortilhas

A Cicopal anunciou investimento superior a R$ 180 milhões na construção de uma nova fábrica em Patrocínio, Minas Gerais. A unidade marca um avanço estratégico da companhia no Sudeste. Com capacidade produtiva superior a 6 mil toneladas mensais, a planta irá fabricar batata chips e palha, salgadinhos de milho e uma nova linha de tortilhas, que começa a operar no fim do primeiro semestre.

A estrutura foi construída em uma área total de 430 mil m², com 30 mil m² de área edificada, e deve gerar cerca de 250 empregos diretos. Atualmente, a empresa já possui unidades nos estados do Pará, Goiás e Bahia.

Segundo o CEO Victor Cardoso, “estar presente no maior mercado consumidor de snacks, o Sudeste, é fundamental para a nossa expansão. Além disso, Minas Gerais conta com cerca de 21 milhões de habitantes, sendo o segundo estado mais populoso do país, e Patrocínio está próxima de importantes polos produtores de batata, nossa principal matéria-prima, o que contribui para ganhos operacionais e redução de custos de distribuição para outros mercados da região, como Rio de Janeiro e Espírito Santo”.

Ele ainda projeta que “a chegada ao estado de São Paulo está prevista para 2028, incluindo a construção de uma nova unidade fabril”, e que “neste ano, esperamos que a nova operação em Minas Gerais contribua com cerca de 10 pontos percentuais a mais em nosso orçamento de receita anual, impulsionada pela ampliação territorial e do portfólio de produtos”.

A fábrica incorpora tecnologias industriais de última geração, com equipamentos nacionais e importados voltados à produção e empacotamento, assegurando eficiência e inovação contínua. “Nossa linha de batatas utiliza aproximadamente 65% menos água do que processos convencionais, o que também reduz o consumo de energia devido à menor necessidade de tratamento de efluentes”, finaliza Cardoso.

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