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Indústria
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Por Redação
3 de abril de 2026

Baly conquista espaço nas gôndolas e ajuda a transformar o consumo de energéticos

Com mais de 30 sabores, foco em saudabilidade e expansão acelerada, empresa transforma o energético em item de consumo cotidiano

Com uma trajetória marcada por inovação, democratização de consumo e forte presença no varejo supermercadista, a Baly se consolidou como um dos principais players da categoria, e um dos exemplos mais claros de como entender o consumidor pode impulsionar uma empresa.

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A história da Baly se confunde com a própria evolução do consumo de energéticos no país. Se antes a categoria era restrita a ocasiões pontuais e canais como conveniência e bares, hoje ela faz parte da rotina de compra dos brasileiros, movimento que abriu espaço para marcas que souberam ampliar o acesso e diversificar o portfólio.

Desde o início, a estratégia da empresa esteve ancorada em inovação com foco no consumidor. Um dos marcos dessa trajetória foi em 2009, quando a Baly se tornou pioneira ao lançar energético em embalagem PET no Brasil. O formato, além de mais acessível, trouxe uma nova lógica de consumo compartilhável, ajudando a expandir a categoria dentro do varejo.

Essa evolução acompanha mudanças profundas no comportamento do consumidor. “Hoje as pessoas têm rotinas mais intensas e buscam energia para performar melhor no trabalho, no treino e no lazer. Ao mesmo tempo, o energético deixou de ser uma bebida de consumo pontual e passou a fazer parte do dia a dia”, afirma Dayane Titon Cardoso, diretora Comercial e de Marketing da empresa que destaca que a inovação também tem papel decisivo nesse avanço: “Novos sabores, formatos e versões sem açúcar ampliaram o acesso à categoria e trouxeram novos públicos”, ressalta.

Novos formatos

Anos depois, a companhia voltou a sair na frente ao apostar em uma tendência que hoje domina as gôndolas: a redução de açúcar. Em 2021, lançou sua linha de energéticos zero açúcar, antecipando uma demanda crescente por equilíbrio entre saúde e prazer. Atualmente, a marca reúne a maior linha zero do país, com dezenas de sabores e formatos.

Essa transformação do portfólio responde diretamente ao novo perfil do consumidor. “Hoje o consumidor busca por três coisas ao mesmo tempo: energia, sabor e equilíbrio, e existe uma demanda clara por produtos com menos açúcar, mas sem perder a experiência sensorial”, explica Dayane. “As pessoas estão muito mais abertas a experimentar novos sabores, novos formatos e novas ocasiões de consumo”, complementa.

Nesse contexto, o varejo supermercadista ganhou protagonismo na estratégia da companhia. “O supermercado se tornou um dos principais motores de crescimento da categoria, já que antes o consumo estava muito concentrado em conveniência e bares”, afirma a executiva. “Hoje o energético também faz parte da compra de abastecimento da casa”. Essa mudança elevou o patamar da categoria, ampliando volume e frequência de compra.

Para a Baly, o ponto de venda é mais do que um canal de distribuição, é um espaço de construção de marca. “O varejo supermercadista é um canal estratégico, onde conseguimos escala, visibilidade de marca e proximidade direta com o consumidor”, diz Dayane. Também é onde a empresa consegue apresentar inovação e estimular a recorrência de consumo.

A execução no PDV, inclusive, é tratada como um fator decisivo para o desempenho da categoria. “Energia vende melhor quando tem visibilidade, e a categoria performa muito mais quando está bem organizada por sabores e formatos e quando recebe destaque no ponto de venda”, explica. Segundo ela, ações como pontos extras e exposição próxima a snacks e bebidas geladas ajudam a impulsionar compras por impulso. “Novidade chama atenção e gera experimentação”, reforça.

Com mais de 30 sabores no mercado e produtos enriquecidos com vitaminas do complexo B, a Baly também vem ampliando as fronteiras da categoria ao investir em inovação funcional. A empresa já aposta em produtos que conectam energia e bem-estar, acompanhando uma das principais tendências do setor.

“Três movimentos devem ganhar ainda mais força: o crescimento das versões zero ou com menor teor de açúcar, a expansão de sabores e experiências sensoriais e a conexão cada vez maior com o universo de bem-estar e performance”, afirma Dayane. “Nosso foco é continuar inovando e criando novas possibilidades dentro da categoria”, completa.

Para sustentar esse crescimento, a empresa também vem investindo em expansão produtiva. Em 2025, a Baly ultrapassou a marca de 550 milhões de litros produzidos e projeta atingir 1 bilhão de litros a partir de 2026, apoiada pela ampliação de sua estrutura industrial. “Nosso objetivo continua o mesmo desde o início: democratizar o acesso a bebidas de alta qualidade e levar uma marca brasileira cada vez mais longe”, conclui a executiva.

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